População é unânime e pede que Saúde seja prioridade.
Sem dúvida, uma das questões mais problemáticas da cidade é a Saúde. Em todos os bairros de Paulínia, é comum ouvirmos problemas referentes à pasta, o que foi constatado nesta semana com uma enquete nas ruas do centro.
Em uma breve conversa com moradores de diversas regiões da cidade é fácil perceber que a vontade da maioria é que este novo mandato do prefeito José Pavan Júnior (PSB) seja marcado pela prioridade na Saúde Pública. “Há outras necessidades, mas sem dúvida nenhuma, é necessário melhorar o atendimento na Saúde.”, pede o morador de Betel, Praxiteles Cardoso, de 58 anos.
Já Simone Donatini, do Bairro Nossa Senhora Aparecida, comemora o fato de não precisar usar o sistema público. “Graças a Deus tenho plano de Saúde. Ouço relatos de pessoas da família que já precisaram e só falam mal do atendimento. Dá até medo…”, reflete.
Durante a campanha eleitoral o prefeito prometeu melhorar essa área. Durante a cerimônia de posse, no dia 1° de janeiro, Pavan ainda enfatizou e garantiu que a Saúde passará por um “choque de gestão”.
O conselheiro da Saúde, Aldo Lima Guimarães, que atua nos postos e Hospital Municipal como um fiscal, declarou o que considera necessário em Paulínia. “Acredito que não faltam recursos nem mão de obra, o que falta é um bom gerenciamento desses elementos”, critica.
A Organização Mundial da Saúde recomenda que o ideal é que haja um médico para cada mil habitantes. Com mais de 80 mil moradores, Paulínia conta com 300 profissionais, segundo Guimarães. “Tecnicamente está sobrando médicos em Paulínia. O desafio do prefeito é realmente organizar essa demanda e fazer dar certo”, sugere.
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